Ser um radical

Ser um radical não é fácil. Nem simples. É muito mais simples ir pela via larga (três faixas no mínimo) da maioria que prefere essa, a do compromisso. A do pois tá bem mas não se diz, não se faz, não se deve, não se pode, não é (politicamente) correcto e por aí fora.

E, às vezes, sinto-me um bocado sozinha nas minhas convicções. Mas depois, lembro-me de dois dos meus que se contam pelos dedos de uma mão gurus espirituais, esses gajos de espinha direita, que não dobram nunca mesmo contra tudo e contra todos. E apetece-me dizer-lhes, pá, ainda bem que aí estão, sim, vocês os dois, Carlos e Zé Manel, homens de bem sem medo.

E agora vou ler isto. O Manifesto dos Radicais pela Ética, uma coisa antiga e tão, tão actual, sempre.


6 Responses to “Ser um radical”

  1. 1 Carlos Araújo Alves

    Isto é coisa que se diga, Menina? E agora um gajo como é que fica?
    Fica a lar o manifesto dos Radicais pela Ética que tu linkaste e nos quais me continuo a rever como então.

    Beijinho

  2. 2 TalvezTeEscreva

    Hummm. Tempo de reajustes?

  3. 3 catarina

    Fica na mesma, Carlos, como sempre foi, não é? :) Beijinhos!

    TalvezTeEscreva, um bom prisma, esse. Mas a ser, seria não-reajustes, mais uma re-afirmação.

  4. 4 Cool Mum

    adorei o manifesto
    (como diria uma amiga, devia ser tão fácil, óbvio e natural, mas infelizmente é preciso ser mulher com ovários)

  5. 5 catarina

    É bestial não é, Cool? E tão simples. Mas sim, não é fácil ir por aí e devia ser (isso é que é o pior de tudo).

  6. 6 noveetal

    eu li o manifesto e gostei.

    em troca, envio-te este link MUITO divertido! viva a bacaneria!

    http://oitoecoisa.blogspot.com/2008/01/bacanice-planetria.html

    (ando a treinar há uns meses p ser uma bacana, a indumentária é que não me convence).

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