Porque me passou a fúria impensada (sobre a parte da análise das fotografias) com os comentários do Jorge

“Discordo, Catarina.
Eu não me decido a analisar fotos. Vejo-as e às vezes salta-me algo de errado à vista. E aí chamo nomes ao gajo insensível (esse sim) que fez a montagem.”

e do Monty

“Catarina: como já reconheceste, o jorge tem razão. O facto de estarmos a analisar aquela foto, que deve mesmo ser uma montagem, tem apenas a ver com a necessidade que temos, eu pelo menos tenho, de perceber exactamente o que aconteceu.

E isso nada tem a ver com o resto.”

Têm razão. Peço desculpa, Monty.


17 Responses to “Retratando-me do ataque de mau feitio anterior”

  1. 1 Jorge

    Siga pra bingo! ;-)
    “Life does not cease to be funny when people die any more than it ceases to be serious when people laugh.”
    George Bernard Shaw in “The Doctor’s Dilemma

  2. 2 Eufigénio

    Oh Catarina,

    Agora que eu tinha aqui um relambório de várias páginas para dar na cabeça a alguém. Porque de onde “vieram” o Pedro e o Monty, também eu vim. E creio que todos (incluo-te a ti), de alguma forma, sentimos as coisas para além do que elas simplesmente nos parecem.

  3. 3 João Pedro da Costa

    A Catarina é a minha montanha russa favorita. Posso dar mais uma voltinha? :)

  4. 4 Monty

    Que espéctáculo de mulher.

  5. 5 catarina

    Eufigénio: continuo a achar que dissecar as coisas clinicamente é gelado e, embora sabendo que tem de ser assim (sob pena do tal suicídio colectivo da humanidade por desgosto), custa-me.

    João, é que eu escrevo o que sinto vs o que penso racionalmente. O meu irracional e o meu racional são tão extremos que andam muitas vezes ao estalo. :)

  6. 6 João Pedro da Costa

    Eu não quero explicações bacocas: quero é andar de montanha russa. :D

  7. 7 catarina

    Jorge, é mesmo isso, amei a frase. Vai ficar guardadinha para quando me passar o ataque de ego ali em cima na descrição deste tasco. :)
    Monty, não exageremos. :)

  8. 8 catarina

    Bacocas? Bacocas??? BACOCAS??? (montanha russa a entrar em parafuso…!!!)

  9. 9 Monty

    Ó JP, tás parvo, meu? Então isso lá é linguagem?

  10. 10 João Pedro da Costa

    Caralho, tens toda a razão, Monty. Peço desculpa, Catarina. Eu e o filho da puta do meu feitio.

  11. 11 catarina

    Bom. Desculpas aceites. Estou como o Monty, linguagem dessa aqui não: chamar-me ‘bacoca’. Francamente.

  12. 12 Eufigénio

    Catarina,

    Dissecar uma fotografia torpemente manipulada nada tem a ver com ajuizar (ou ausencia de juizo) sobre a causa que ela falsamente descreve. A mim atrofia-me mais andar a ver manipulações que alguem fez sobre esta catástrofe, só para impressionar! E as minhas emoções sobre a questão não crescem por ver imagens exageradas, assim como não diminuem pelo facto de criticar imagens gratuitas e que em nada contribuem para o meu esclarecimento. Já nos basta o horror da realidade, não precisamos de o agravar fantasmagoricamente. Não precisamos de engolir tudo. E por muito que isso possa parecer alheamento, não deixa de ser apenas a nossa (minha) intenção de não ser leviano a entender as coisas, as boas, mas também as más.Digo eu, que já disse demais. Desculpa o excesso, sobretudo por ser extemporaneo depois deste teu post.

  13. 13 João Pedro da Costa

    Obrigado, Catarina. Prometo não voltar a utilizar essa linguagem. Até porque queria dizer «parola» e não «bacoca».

    (Se não voltarem a ouvir falar de mim, a culpa é da Catarina LOL)

  14. 14 catarina

    Eufigénio, não coloco o ar de ‘não batam mais no ceguinho’ porque tudo o que se escrever que me obrigue a repensar coisas escritas sob a raiva, são sempre muito bem vindas e não me preocupa nada fazer figura de urso, se disso sair um exercício de reflexão.

    Agora uma coisa diferente: alguém sabe quem é o João Pedro da Costa?

  15. 15 João Pedro da Costa

    LOL

    (1-0 para ti)

  16. 16 derFred

    Já comprei o bilhetinho para a montanha-russa.

  17. 17 Sérgio

    Catarina, continua a dizer coisas da boca para fora, que eu cá estarei para ler. Se não nos passarmos de vez em quando, isto não tem piada nenhuma.