Facturar o estrogéneo

Na verdade, o que eu queria mesmo chamar a este post era “facturar a [****]” mas (aquela parte em estrelinhas para não ofender a rapaziada que lê as primeiras linhas dos posts da TE, mas eu já traduzo assim que passarem três linhas, ou se calhar já toda a gente percebeu a ideia e, lá está, a ideia seria a ideia errada porque) depois pensei melhor e não se trata de facturar a cona (olha! como é que esta palavra apareceu aqui? já é a terceira linha? ah, é, tudo fino portanto) e sim o estrogéneo mesmo. O embrulho todo, incluindo o papel e as fitas e os cartazes pendurados “cuidado com a gaja, morde!”

Nós sermos gajas (nós, claro, sendo eu e as minhas fiéis leitoras) e ando com a sensação que nós (nós, claro, sendo eu e as minhas fiéis leitoras mais otárias) não facturamos o estrogéneo nos conformes. Nós, criaturas cerebrais, analisamos ondas e vibrações em medidores de alta contagem e voltagem, estudamos dados, consultamos estatísticas e pares e emitimos pareceres milimétricos gelados. Isto está tudo muito bem para usar a bimby, mas chego à conclusão que, para fogões a vapor, a técnica não serve.

Ele há criaturas descerebradas aos montes que mal sabem onde meter o agá no á e que, no entanto, são exímias no manuseamento e manipulação de fogões através de uma espécie de carburação a estrogéneoe as cerebrais fariam bem em estudar esse método, quanto mais não seja por razões meramente intelectuais. Do que me é dado ver, não parece complicado: consiste, basicamente, em tratar o fogão como se fosse qualquer outra coisa: alternar com umas valentes pancadas e uns vigorosos puxares de lustro, algumas ameaças de devolução (se estiver dentro do prazo) ou de substituição por (uma bimby) um modelo mais cooperante, promessas de o manter (na cave) para sempre, por ser o melhor fogão que jamais apareceu nas montras de electrodomésticos, enfim, coisa muito simples e que qualquer gaja consegue fazer sem grande estudo. E não é que os fogões funcionam mesmo bem?!

E nós a ler os livros de instruções. Tss tss.


11 Responses to “Facturar o estrogéneo”

  1. 1 PreDatado

    Valentes pancadas? Isso é muito violento pro meu gosto. Eu é mais dar tautau, estás ver?

  2. 2 clara

    Este nem comento, segue mail (assim que tiver um minuto ou dois).

  3. 3 Rita

    Olha Cat, nem sei que te diga.
    Este post cheira-me a refogado. lento. em lume brando.
    DÁ-LHE GÁS!

  4. 4 Kooka

    Saudades de te ler =)))
    Já tens feeds de novo ou o meu bloglines só te detectou agora?

    Beijos para ti e para o teu pequenino *

  5. 5 Cool Mum

    Não sou só eu a ter problema com os teus feeds… tázaver?

    E os fogões são mesmo como quaisquer outras coisas. Nem sempre o RFM (leia-se, read the fucking manual) lá vai.
    Kiss

  6. 6

    só não percebo é o título. sendo o estrogénio um osso não deveria ser “fracturar o estrogénio” ? e mesmo que não seja osso (que se me pode ainda levantar a dúvida), continuo a achar que “fracturar” fica melhor. assim um “fracturar” de “zckkk, pronto já está”

  7. 7 Clara

    ah Zé, se o estrogénio fosse um osso, que complicada seria a vossa vida.

  8. 8 catarina

    Pre, não tens emenda :D
    Os feeds! Nos meus tb actualizou hoje uma data de posts, mas é do wp, digo eu, que não alterei nada. Calha! Devem ser a vapor, lá está!

    Quanto ao estrogénio, estou com a Clara: se fosse um osso, era uma complicação das grandes.

    Slogan deste post, à posteriori: soltai o estrogénio que há em nós! (tu não, Zé)

  9. 9 Vieira do Mar

    AHAHAHAHAHA!

    Lindo!

  10. 10 pp

    lol esse ultimo foi o melhor cat! ;)

  11. 11 mana

    mana, andas inspirada! :D :D :D

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