100nada

“If there’s anything more important than my ego around, I want it caught and shot now.” – Douglas Adams, ‘The Hitchhikers Guide To The Galaxy’

adobe acrobat pro 8 pricegrabber Adobe Premiere Pro CS5 download adobe indesign cs playstation 2 adobe acrobat walkthroughs Adobe Illustrator CS5 adobe acrobat licenses adobe illustrator plugin mac open Adobe Dreamweaver CS5 download adobe acrobat reader software adobe illustrator 10 changing brush size Adobe Photoshop CS5 Extended adobe premiere pro 1.5 review 48k pdf acrobat adobe dmsms Adobe Creative Suite 5 Master Collection adobe photoshop elements home install photoshop cs2 without adobe bridge Adobe Acrobat 9 Pro Extended old version adobe acrobat adobe acrobat 7.0 student edition buy Adobe Contribute CS5 adobe photoshop named after adobe illustrator print ready preparation Adobe Indesign CS5 cheap adobe creative suite adobe photoshop cs serials Adobe Flash Catalyst CS5 adobe acrobat reorder pages for printing adobe illustrator 11 serialz Adobe Flex Builder 3 Pro adobe illustrator downloa

Escrito com a ponta dos dedos

Posted on | Fevereiro 24, 2007 | No Comments

É sintomático. Poderia escrever ali em cima “à flor da pele” que é o que é mesmo, mas não me apeteceu. Apenas indico para melhor compreensão da ideia. E é sobre isso, ou talvez não seja bem, com a ponta dos dedos apenas quer dizer que vai o que for e encolho os ombros ao resto.

Hoje aconteceram (várias) coisas, como todos os dias, das quais não me apetece falar; mas há duas, duas que aqui registo, nada a ver uma com a outra, mas estão misturadas, não no conteúdo mas na minha atitude perante as mesmas (e talvez alguma mágoa de ser assim, nem sei, nem sei).

Uma (vamos à mais simples): faz 20 anos que morreu Zeca Afonso (ou fez, que já passa da meia noite). E se há uns anos, já aqui, escrevi também sobre, hoje fui acompanhando a Emiéle nos seus passos e textos sentidos, quieta no meu canto. Não é que não me toque, não é que me tenha desligado, é que deixo as palavras para quem as diz alto e fico-me no meu silêncio, parece-me mais acertado a mim mesma. Há qualquer coisa que quase me obriga a ser não uma pessoa mais silenciosa, mas uma pessoa mais reservada. A idade, talvez, a maturidade, o guardar cada vez mais ferozmente as minhas emoções para fora do papel. Para onde? Não sei, para dentro? E porque não? Já não sinto necessidade de as atirar ao ar e ver onde vão parar. Guardo-as agora (em vez de estoirar com elas) com cuidado, até; não posso dizer, organizadamente, não, isso nunca, mas aquele cuidado com que atiramos todos os papéis para dentro de uma caixa, ao monte, sabendo perfeitamente que lá estão. Digo, desligo-me e se calhar parece mesmo e se calhar até pode ser, mas para mim, em mim, não desligo nada. E daí a outra

segunda coisa; que é tão complicada e essa, não, não é atirada para dentro da caixa no monte de emoções, essa tem lugar certo, só dela e de mais ninguém, na linha das minhas queridas pessoas que amo (amo sim, é essa palavra mesmo que aqui quero usar) profundamente. Há pessoas que eu amo profundamente. Esta é uma delas. Não parece, eu sei, parece um sentimento desligado mas não é, não é para mim, provavelmente deveria ser menos desligado para essas pessoas. Mas é como eu sou, não sou capaz de mudar, não sou de grandes demonstrações a todo o momento, fico de longe…é mau, mas caneco! Não tira nada ao que eu sinto.
E hoje falei com ela. Falei com ela. Que força naquela mulher, meu Deus! Disse-lhe, quando for grande quero ser como tu e ela a rir e eu a pensar que um gajo tem uma sorte do caráças na vida em ter amigas assim que mereciam bem mais de mim do que este meu amor calado e (aparentemente) desligado.

partilhar...
  • Facebook

Comments

Leave a Reply





TopSoftware4Download.com