As costas largas das couves da atmosfera

Afinal parece que Lisboa ontem foi palco de um ataque de guerra bio-química sob a forma de um couval atmosférico (não as viram por aí a cair, qual chuva cinematográfica de rãs?) que provocou o ambiente indicado no post abaixo. As vítimas passaram a tarde a olharem umas para as outras muito desconfiadas até que uma delas (pericaso fui eu) já mesmo muito incomodada, deixou a pergunta no ar

olhem lá, não acham que isto hoje está assim um bocado pró pesado, o ar e tal?

e alguém lá informou que a culpa era das tais couves atmosféricas.
Todos respiraram (aroma de couves podres) de alívio, fizeram-se silenciosas pazes e a guerra acabou até à próxima invasão de leguminosas - ou lá o que é a classificação do que seja mesmo uma couve, que eu nisto de classificações de legumes, frutos, hortaliças, carnes diversas e até peixinhos, nos tempos que correm de perseguição ao pintelho ortográfico, parece-me que todo o cuidado é pouco…:D


4 Responses to “As costas largas das couves da atmosfera”

  1. 1 mana

    peixinhos? peixinhos? devo tar a ficar tolinha, não percebo nada desta merda.

  2. 2 catarina

    Oh mana, peixinhos! Sabes, lagosta, carapau, tremoço, mexilhão…essas coisas que provocam alergias exageradas.

  3. 3 Eufigénio

    Olha, olha, desde quando isso é tudo peixinhos, ai que vergonha! vou já escrever um post sobre este teu despintelhamento ortográfico, pronto!
    :))

  4. 4 ML

    Mas será que se passou na minha terra alguma coisa de que não dei conta???
    Tás a falar de quê, afinal…?
    Fiquei completamente perdida.

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