Onde é que eu estava no 24 e no 25 de Abril?
O Rui Perdigão pergunta onde é que eu estava no dia 24 de Abril de 1974 enquanto muito gentilmente oferece a este tasco o prémio de Blog tão bom que até arrepia, coisa que agradeço imenso.
Já a minha querida Cristina Vieira, que não faz a mais pálida ideia onde estaria nesse dia, conta [...]
A interminável demanda pelo perfeito par de sapatos
Não, não é verdade que
“é que não há um par de sapatos de jeito nesta cidade”
como me queixei hoje, enquanto atirava um par de sapatos confortáveis (ah como odeio esse sentimento de sapatos confortáveis!) para o lado. Não é que seja mau, o conforto de um par de sapatos, é aliás imprescindível, concedo, mas há [...]
Os vagos sons da vida das pessoas
Lá fora, quase nada, a chuva que chega finalmente, leve, silenciosa, discreta, para não aborrecer muito, a rega que dispara mesmo com chuva e se mistura. Os cães ao longe, hoje mais calados, abafados pela água, provavelmente abrigados e chateados. Em casa, o silêncio da televisão desligada, o sopro do fumo dos cigarros, a música [...]
Samuel Morse
O Google está demais, demais! Adoro código Morse (claro que não sei, mas já soube, quando era miúda e brincava aos códigos secretos)
Samuel Morse
o tempo a voar
De repente estamos em finais de Abril e ainda não fiz nada. Também não sei muito bem o que é que não terei feito, mas alguma coisa terá sido, já que o tempo passou ali ao lado e eu nem dei por nada: alguma coisa deve ter ficado para trás. Há dias em que ainda [...]
25 de Abril
E cá estamos, no 25 de Abril. Para mim continua a ser o Dia da Liberdade. Continuo a manter intacta a memória desse dia, da minha pergunta “agora já se pode falar? mas antes não se podia? eu digo sempre o que me apetece…” do alto dos meus 10 anos. Se calhar, por ter sempre [...]
24 de Abril
Foi Dia da Terra, foi Dia do Livro, amigas fizeram anos e eu dei os parabéns atrasados (quando dei), acabou-se o ice tea (e os ovos, o azeite, a abóbora para a sopa, o esparguete e mais umas centenas de coisas), não arranjei as unhas, a casa mantém-se de pantanas, mas
não me esqueço que não [...]
sem grande tempo
Ando sem grande tempo e isto, claro, fica abandonado, é o que há.
no entanto, adianto que, dada a quantidade de perguntas offline e não vá haver mais alguém por aí a pensar a mesma coisa, o post abaixo não era sobre mim. Por cá, todos bem, obrigada.
De vidros partidos debaixo dos pés
Em conversa séria com amiga chegada, há uns tempos, apresentei-lhe a teoria do poder de magoar. Ela gostou, claro (da teoria em si); é uma teoria sólida que se comprova todas as vezes. Um gajo é que nem sempre pensa na coisa nesses termos.
É uma teoria (e uma prática) muito simples. Nós, quando nos entregamos [...]
Primeiros Socorros
Num refresh de curso de 1ºs socorros (o cartão caducado desde Novembro de 2008) descubro que o rácio de SBV é agora de trinta bombadas no coração para duas ventilações. E que, sem máscara ou outra protecção, é siga, seguido a pressionar “e um e dois e três e quatro”. Essa coisa da respiração boca-a-boca [...]
Agridoce
A bimby debita sopa de cenoura e puré de batata. Eu passo-me um bocadito com as prioridades da roupa e tomo nota mental para estabelecer depois a ordem certa junto de quem organizou dessa forma. Deito carradas de uvas fora, que não estão nada boas, embora parecessem. Tenho uma sala de pantanas (uma casa de [...]
Papagaios de Páscoa
(imagem daqui)
O coelho só se lembrou de esconder os ovos (por acaso eram mais moedas de chocolate) já era tarde no domingo. Mas tivemos papagaios. Pouco vento, muito “dá-lhe agora”, miúdos e menos miúdos, todos entusiasmados.
De repente, parece importante haver vento.
Eu sabia que me andava a esquecer de qualquer coisa…
…que era apontar com uma seta muito grande
para este blog: Bedtime Stories.
Onde cheguei pela mão da minha amiga Mad, que só me mostra coisas boas.
[as senhoras fazem favor de clicar no blog e ir lá ver, não quero estragar a surpresa]