Archive for Julho, 2007
Ahoy, gritou Ratífulo 1, que lera essa palavra num livro de aventuras de piratas, ainda ratazaninha pequena mas já espevitada e, desde essa altura, tivera sempre vontade de a utilizar. Não que soubesse exactamente o que significava mas, naquele momento, também não causou diferença; gritasse ele, epá caramba olhem para ali, a reacção seria […]
Da Imparável Marcha das Ratazanas *
0 Comments Published by Catarina C. Julho 21st, 2007 in Sem categoria.Como em tempos se referiu (apenas como a salada que acompanha o prato e fica assim asseverada a posição do autor sobre saladas), tinham sido as ratazanas os únicos seres vivos capazes de escutar os primeiros gemidos da cidade. À boa maneira da espécie - e sem qualquer culpa, coisa genética - tinham tratado de […]
Então não me esqueci dos elefantes?! A esta hora já passou o barco das ratazanas sem parar pela ilha e eu não escrevi o resto! Ora que porra!
Maiores que eu. Assustadores? Não. Só maiores que eu.Assustadores os pinheiros quase deitados que crescem para os lados em mato cerrado. De picos quando se passa a mão ao contrário. Esses sim, fazem medo à criança que temos dentro. Medo daquele que arrepia a meio da história de fantasmas.Se eu fosse pequena, ainda mais pequena, […]
Melhor sítio para jornais à borla
0 Comments Published by Catarina C. Julho 10th, 2007 in Sem categoria.Semáforos da Praça de Espanha. Agora são 3 jornais e mais uns quantos anúncios a novos empreendimentos imobiliários.
(aquela rapaziada ainda não percebeu a vantagem das joint ventures: cada um deles ficava lá, durante um bocado, a distribuir tudo de uma vez enquanto os outros iam tomar café e ler a concorrência e nós escusavamos de […]
Uma corrente que não fica pregada aos fundos do Controversa Maresia é de continuar, como é evidente! Pergunta-me então a minha querida Sofia, o que é que comi nos último dias (na verdade é nas últimas cinco refeições), que é daquelas coisas que uma pessoa não faz a mais pálida ideia. Oh perguntas difíceis! Tomara […]
Encostava-te à parede (não tenhas dúvidas). Encostava-te à primeira parede que encontrasse e enrolava-te, como fazem as raparigas tímidas aos pedaços de cabelo que lhes tapam a cara. Nos meus dedos, torcido, enredado em fios, não terias outra hipótese que não fosse beijar a pele que te fosse permitida. É possível (meramente possível, repara, nada […]
que estou sem tempo para continuar, embora saiba exactamente o que vai acontecer. Mas é sempre a mesma coisa, não tenho tempo/disponibilidade real e depois, quando tenho, já estou tão estoirada que não sai uma frase direita.
Esqueçam os elefantes, portanto, que logo regressam um dia destes, quando houver mais espaço. Parecendo que não, ocupam algum […]
Não sei se sabem aquele blog muito bom mas impossível de ler por causa das esdrúxulas? Pois acabou de sofrer um upgrade e quando digo sofrer digo mesmo, porque aquela rapaziada nem vai saber de que terra é, agora que contrataram a segunda melhor blogger (a primeira sou eu) do mundo. Não dou uma […]
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