Archive for Abril, 2007
Adoro esta palavra: encasquetar. Gosto imenso de palavras que não se usam sem ser na escrita, não das cobertas de rendinhas e armadas ao pingarelho, que essas têm tendência para serem manejadas por artistas menos cinco estrelas e conseguem quase sempre ficar com uns neons de “estou aqui armada em palavra para mostrar […]
E eu, e eu, ó pra mim de dedo no ar!
0 Comments Published by Catarina C. Abril 30th, 2007 in Sem categoria.Eu não sou nada de pegar numa revista de um jornal da semana anterior (quer dizer, sim, essa parte sou, até do mês passado se for caso disso, que não faz diferença ler algumas coisas agora ou daqui a bocado) e tentar equilibrá-la entre o monitor e o teclado, sempre a cair para cima das […]
que tenho espírito de sei lá o que é que agora nem me lembro da palavra e há dias que não tenho espírito nenhum e tenho um mau perder de merda.
Portanto
ora foda-se!
(ainda por cima vou ficar cheia de aftas que comi um pacote de nozes)
Bamo lá dar uma tareia nos gajos…
(tudo treta bloguística, claro, para efeitos de post e tal, que é sopa de cenoura e peixe cozido com puré e nem tenho sport tv)
Passo pelo Modus Vivendi e roubo (descaradamente) um poema à Ana Roque.
Estar sem tié estar em silêncio de montanhasem existir montanha.É ficar em desterro,ou regressar, calado, de um enterroe tomar lentamente um copo de vinho,sozinho.
Artur Eduardo Benevides
Um 25 de Abril diferente. O primeiro 25 de Abril do Second Life.
Agora vamos lá mazé a saber isto que se faz tarde!
0 Comments Published by Catarina C. Abril 23rd, 2007 in Sem categoria.Este ano, como é? Há 25 de Abril na blogsfera ou nem por isso?
(tirando a Emiéle, como é evidente e também não sei se, com a qualidade dos Abris do Pópulo, será preciso mais)
Sociocoisas que não percebi essa parte, mas prontos
0 Comments Published by Catarina C. Abril 23rd, 2007 in Sem categoria.Não é pelo award, embora também ache o banner bem catita (e também gosto muito da palavra catita); mas, foda-se pá, é que um elogio tem o peso de quem o atribui. Este considero-o dos mesmo grandes. Um gajo até fica sem palavras (quer dizer, quase sem palavras)Obrigada, Anarca.
Quando fui viver para a minha casa (algures já escrevi sobre isso mas agora dá-me seca ir à procura), que tinha comprado uns bons anos antes e estava fechada (também me tinha dado seca mudar-me e o tempo foi passando, com aquela certeza de ter uma chave no bolso se fosse preciso)chegou uma altura […]
Ali plantada à porta, com um portátil na mão e telemóvel na outra, “que não se preocupem que eu é que cheguei adiantada”. O portátil servirá depois para, com a net através de um cartão de operadora-telefónica-net-banda-larga, mostrar um universo virtual onde não há pobreza, não há fome, frio, sede, sono, onde não é […]
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